22/05/1931 - 17/08/2009
Hoje dizemos adeus ao Abílio Zanatta, um homem muito persistente, trabalhador e sem preguiça, o meu avô.
Hoje estou muito triste por não poder estar com a minha família... rezo pela sua alma e penso nos que ficaram neste mundo. Entre eles, principalmente na vó Adelina que perdeu o marido e companheiro de tantos anos. Penso no meu pai, no tio Bi e na tia Zuca que perderam o pai e em todos nós que não o veremos mais. Rezo e peço conforto aos nossos corações.
Já tem bastante tempo que ele luta contra o câncer, primeiramente na próstata, depois no estômago e por fim no pâncreas. Passou por inúmeras cirurgias e sempre surpeendeu a todos com sua força e determinação. Ele não se entregou à doença assim tão facilmente, e o que mais queria era poder voltar a trabalhar.
Mas hoje, temos que pensar, não só na sua morte, mas sim celebrar sua vida. E se me perguntarem o que vou guardar do meu vô, a resposta é: ele lidando com o gado na fazenda, ele tinha uma enorme e admirável paixão pelo seu trabalho. Todas as vezes que íamos visitar, chegava, dava um abraço na vó Adelina e na vó Iolanda, comia umas bolachinhas de nata, tomava um golinho do café melado que a vó fazia, brincava com o Loro e descia pro pasto falar oi pro vô e ver o gado. Ele adorava o ar fresco, a natureza, o cheiro dos animais.
Uma das últimas memórias que tenho dele é ele e o Chris tentando conversar durante a Páscoa de 2008, os dois no maior papo cabeça sobre agropecuária e as diferenças entre Brasil e USA. Também a piada dele para o Chris com o mamão, confesso que eu não entendi a piada até hoje e consequentemente nem o Chris, mas ainda assim rimos muito e até tiramos uma foto.
Hoje estou muito triste por não poder estar com a minha família... rezo pela sua alma e penso nos que ficaram neste mundo. Entre eles, principalmente na vó Adelina que perdeu o marido e companheiro de tantos anos. Penso no meu pai, no tio Bi e na tia Zuca que perderam o pai e em todos nós que não o veremos mais. Rezo e peço conforto aos nossos corações.
Já tem bastante tempo que ele luta contra o câncer, primeiramente na próstata, depois no estômago e por fim no pâncreas. Passou por inúmeras cirurgias e sempre surpeendeu a todos com sua força e determinação. Ele não se entregou à doença assim tão facilmente, e o que mais queria era poder voltar a trabalhar.
Mas hoje, temos que pensar, não só na sua morte, mas sim celebrar sua vida. E se me perguntarem o que vou guardar do meu vô, a resposta é: ele lidando com o gado na fazenda, ele tinha uma enorme e admirável paixão pelo seu trabalho. Todas as vezes que íamos visitar, chegava, dava um abraço na vó Adelina e na vó Iolanda, comia umas bolachinhas de nata, tomava um golinho do café melado que a vó fazia, brincava com o Loro e descia pro pasto falar oi pro vô e ver o gado. Ele adorava o ar fresco, a natureza, o cheiro dos animais.
Uma das últimas memórias que tenho dele é ele e o Chris tentando conversar durante a Páscoa de 2008, os dois no maior papo cabeça sobre agropecuária e as diferenças entre Brasil e USA. Também a piada dele para o Chris com o mamão, confesso que eu não entendi a piada até hoje e consequentemente nem o Chris, mas ainda assim rimos muito e até tiramos uma foto.
Vô, onde quer que o senhor esteja, que tenha o descanso merecido. Sentiremos muito a sua falta. Deus decidiu que a sua hora havia chegado e espero que onde quer que o senhor esteja, o senhor possa orar e olhar por nós que continuamos aqui nesta morada, e principalmente pelos seus bisnetos, os já nascidos e os que ainda estão por vir.

Um comentário:
Vovôzinhos são muito fofos!
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